Não sei o que acontece, mas quanto mais o tempo passa sinto que o que chamamos de romantismo, ao passar dos tempos, perde o seu real significado.Afinal o que é romantismo?
Segundo a minha ótica, quem sabe será a sua também, irei falar sobre o romantismo, começando pela guerra. Para onde está indo o romantismo? Essa é a pergunta.
Fazendo uma breve comparação entre as guerras, tudo parecia ser mais humano. A começar pelos soldados que nelas lutaram para que hoje pudéssemos estar aqui. Aquelas pessoas eram o padeiro, o pedreiro, o cabeleireiro, resumindo, pessoas que viviam um cotidiano de gente sensata, humilde e que fora recrutado para uma guerra.
O que tem de romântico nisso? Vejamos adiante.Em relatos de antigos combatentes que eu li, vi que existia uma vontade imensa de voltar para casa sentida por todos os que na guerra estavam envolvidos.
Isso é óbvio, mas o que tem de ser analisado é que ninguém queria estar ali, estavam por força da guerra e do país que amavam e estavam envolvidos na guerra.
Tal fato carregava de sentimentalismo os combates, antes de atirar os soldados pensavam nas suas famílias em casa, em tudo que poderia reencontrar quando voltasse para a sua terra natal.
Os homens daquela guerra eram mais humanos, mais sensíveis antes do tiro, mas toda guerra é uma guerra, seja ela qual for.
O que temos hoje? Mercenários recrutados para matar em nome de um ideal econômico, enquanto os noticiários dão as estatísticas de mortos e feridos. Antes se defendia uma bandeira, hoje se defende um interesse econômico.
Algo romântico nisso? Voltando aos homens e mulheres da nossa época, digo a vocês que tenho muitas saudades do carteiro que trazia as cartas de amor dos casais apaixonados.
Lembro dos tempos que eu aguardava ansioso aquela camisa canária do cara do correio trazendo notícias delas, das garotas que eu namorei. Era uma emoção viciante ler aquelas cartas, a saudade era alimento para os dias entediantes. Isso era romântico.
Hoje o que temos? Uma cortina de fumaça!
As pessoas se escondem na tecnologia da conversação para arranjar relacionamentos, amores fictícios, fugir na verdade, mas relacionamento sincero é mais que a mentira tecnológica.
Tolo é aquele que diz saber usá-la pensando ser frutífera essa maçã podre que não passa de tentação.
Haverá quem me questione, mas também sei que tem muita gente que prefere viver na clausura das próprias fantasias de viver sozinho ou à distância.
Eu prefiro o calor humano, por isso que eu quero ser romântico!!! Não sei se você pensa o mesmo! O que acha disso tudo?
Sérgio Gomes
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domingo, 10 de fevereiro de 2008
Saudades do Romantismo
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Reciprocidade
Já ouvi muitas pessoas dizerem que gostam mais do parceiro (a) que o próprio (a), mas isso será realmente amor? Há de se questionar muitas coisas num relacionamento, nunca haverá uma resposta pronta para cada ação ou reação. Contudo, uma coisa tem de ser dita, há generalidades a serem observadas e uma delas é a questão da reciprocidade.
Eu me lembro de uma canção chamada "números" que diz: "a medida de amar é amar sem medida". Essa frase traz uma verdade e um inconveniente.
Vejamos: Se amarmos desenfreadamente uma pessoa onde fica o nosso amor próprio? Pode alguém amar outra pessoa a ponto de esquecer que é necessário saber amar a si mesmo, primeiramente?
Nesse momento comenta-se a questão da reciprocidade. Em relacionamentos as pessoas, principalmente no início, tendem a se envolver profundamente e, muitas vezes, não medem conseqüências para estar ao lado da outra pessoa, um grande risco.
Considerando que tudo deve haver limites, esclareço que me refiro, principalmente, aos casos em que as pessoas desprendem-se do amor próprio para viver uma situação que não já não se define o que é amor e o que é paixão.
Você sabe definir o que é o amor e o que é paixão? Este será o nosso próximo tema, até mais!
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
O Preço das Escolhas
É comum em relacionamentos as pessoas entrarem em conflitos. A divergência de interesses sempre existirá em face dos gostos diversos, pricipalmente entre homens e mulheres num relacionamento.
Como a invenção dos Estado, onde o direito de um é o limite do outro, uma garantia de convívio em sociedade, assim deve se refletir num convívio de um casal em harmonia. Mas será que estamos prontos a ceder o tanto necessário para um convívio em harmonia? Será que sabemos, ao certo, a medida exata do que é necessário ceder?
Será que é necessário culpar o outro na tentativa de solucionar um problema? E quando se chega à situação de apenas cobranças mútuas?
Acredito que a solução seria identificar o que cada um busca num relacionamento. A análise das aptidões será primordial para a um relacionamento mais duradouro, mas não sou eu o dono da verdade. O que você pensa sobre isso?
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Par Perfeito
Certo dia estava eu ouvindo um líder de uma igreja falando aos seus fiéis sobre o par perfeito. O interessante que ele não falava de perfeição em nenhum momento.
Aquilo me chamou muito a atenção. Como poderia falar de Par Perfeito falando especificamente de defeitos de ambos os parceiros?
Mais adiante, ele começou a explicar as diferenças e a necessidade de cada um num convívio em união.
Num modo muito intrigante, ele começou o desfecho mais interessante que eu já vi.
Versando sobre as diferenças, falando nas necessidades de ambos, ele concluiu que o Par Perfeito é aquele que compreende as necessidades e entende as diferenças e se sujeita à vida em comunhão.
Concluindo, ele disse que o par perfeito é aquele que aceita o parceiro nas suas diferenças e necessidades, fora disso, não é perfeito.
É fácil aceitar as diferenças?